terça-feira, 28 de abril de 2009

Otimismo


Foto: Maria Luíza - Arte: Selene

Sinto o coração nas extremidades das mãos
E uma necessidade urgente de extravasar
A paz, a alegria e o amor nele contidos.
Nesta hora, apenas limito-me a escrever
Obedecendo, fielmente, ao seu comando.
Quero dividir com você, que me visita,
Estes sentimentos, indiscutivelmente, nobres.
Receba-os como uma pequena parcela
De contribuição para melhorar este mundo
Tão castigado pela guerra, pela tristeza e pelo desamor.
Deixe-se contagiar pelo otimismo;
Procure ver além do seu campo de visão.
Este planeta pode ser transmudado.
Só depende de nós ... que o fazemos.

Copyright © 2009 – Josselene Marques
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segunda-feira, 27 de abril de 2009

Mergulho

Imagem: WEB



Final de mais um fatigante dia.
Buscando um refúgio de paz,
Dirijo-me até a praia mais próxima.
Ao vislumbrar aquele recorte,
Como sempre acontece,
Surpreendo-me, uma vez mais,
Com o espetáculo da Criação divina.
Descalça, inicio a troca de energia com a natureza.
Caminho, sem pressa, em direção ao meu destino.
Uma imagem querida toma forma em minha mente.
Sorrio – feliz – e sinto tua presença,
Apesar da distância existente.
Ao contemplar o mar calmo e silencioso,
Por um momento, desconcentro-me e te perco...
Marolas quebram-se, suavemente,
De encontro aos meus pequenos pés.
Despeço-me dos últimos raios de sol
Que estão desaparecendo no horizonte.
É, novamente, a noite chegando
E potencializando a tua lembrança.
De repente, como num passe de mágica,
Reencontro-te – não mais na imaginação:
Vejo teus olhos no céu e, sem vacilar,
Esqueço o mar e mergulho no teu olhar.

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domingo, 26 de abril de 2009

Caminho


Imagem: WEB

A experiência me revelou que não há caminho pronto e que, eu mesma, posso construir o meu, mas, para isso, preciso saber aonde quero ir.


Aprendi também que, se ficar no meio dele, poderei ser atropelada pelas intempéries da vida. Por este motivo, a indecisão e a falta de ânimo não são bem-vindas. Quando me vir diante dos obstáculos, devo ter discernimento entre o momento de ir além e o de retroceder. Desistir - jamais!

Outra constatação importante: os atalhos ou desvios devem ser evitados, pois não são seguros.

Para fazer e trilhar o caminho desejado, basta que eu adote a prudência, siga a intuição e use e abuse da sabedoria - que a escola da vida nos dá, de graça, a cada dia.


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Sol

Imagem: WEB

Hoje estou imensamente feliz. A razão é simples: o sol apareceu. Ele não havia me abandonado – eu sei! Apenas estava encoberto pelas pesadas nimbos que têm decorado o céu do meu lugar nos últimos dias. Ao acordar, tive a grata surpresa de avistá-lo em todo o seu esplendor, o que me inspirou os versos abaixo:

Sol

Tu me conheces desde o dia em que nasci,
Portanto, somos velhos amigos íntimos.
Por anos a fio, tens me banhado
Com teus raios luminosos
Que tornam claros os meus caminhos
E alegre a minha existência.
Sempre me dás a energia de que necessito.
Além de tudo, renovas o mundo que me cerca.
Mesmo que não te veja,
Sei que estás no lugar de sempre.
Esta certeza me dá a segurança
De que a vida sempre existirá,
Apesar dos dias plúmbeos
Que, vez por outra, ofuscam a tua luz.
Seja bem-vindo, sol!

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sábado, 25 de abril de 2009

Amor-des-amor

Imagem: WEB


No amor – encanto, sublime sentimento.
Juras eternas e sonhos a realizar.
Reclamo tua presença a todo o momento.

No desamor – desencanto, afastamento
Acusações e mágoas por perdoar
Restam dor e arrependimento.
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sexta-feira, 24 de abril de 2009

Desamor

Imagem: WEB

Podemos definir desamor como desapego, desprezo, desdém ou desculto.

Neste mundo globalizado, tenho observado a existência de uma espécie de desorientação em massa. As pessoas parecem estar com a sua espiritualidade seriamente comprometida. Não há como negar que cresce, a cada dia, o número de céticos e a falta de uma crença resulta em desamor, pois, geralmente, embrutece o ser humano - que, sem escrúpulos, se julga dono do mundo e com o direito de fazer o que bem entende no convívio com os seus semelhantes.
Por isso, precisamos amar, mais e mais, a cada dia – por nós mesmos e pelos outros que não abrigam o amor em seus corações.
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O espetáculo das águas

Hoje, os meus olhos ficaram extasiados ao ver uma cena de rara beleza em um dos noticiários da TV: a sangria da barragem de Santa Cruz, no Apodi/RN/Brasil.
A visão é de uma cachoeira artificial cuja lâmina de água forma um véu, que desce os seus "degraus", e converte-se em um delicioso lago para o desfrute de todos quantos para lá se dirigem a fim de contemplar o resultado da parceria homem/Criador.
Isto está acontecendo porque o Rio Grande do Norte (estado do nordeste do Brasil) encontra-se na estação chuvosa e as precipitações atmosféricas abundantes têm provocado esses espetáculos. Ocorre a vazão dos reservatórios - grandes depósitos de água, construídos pelo homem, como é o caso dos açudes (lagos formados por represamento) e das barragens de acumulação.
Este é um exemplo do lado bom do inverno.
A barragem Armando Ribeiro Gonçalves
Imagem: WEB
Esta barragem tem capacidade para 2,4 bilhões de m3. Forma o açude Assu, está localizada no rio Piranhas,também denominado Assu, 6 km a montante da cidade de Assu,no estado do Rio Grande do Norte.

Barragem de Santa Cruz - Apodi-RN
Belo espetáculo das águas
Imagem: WEB

A barragem de Santa Cruz, no Apodi. Imagem: WEB

Esse reservatório comporta 600 milhões de m3 de água e é o segundo maior do Rio Grande do Norte.

Travessia na Ilha de Santa Luzia - MSO - RN
Imagem: WEB

Infelizmente, como tudo demais, por melhor que seja, é prejudicial, o excesso de água já está fazendo suas vítimas. O número de desabrigados, devido às enchentes, cresce a cada dia.
Este é o lado ruim do inverno.
Moradores ilhados - MSO-RN - Imagem: WEB

Resta-nos contar com a Misericórdia Divina e com a sensibilização das autoridades governamentais a fim de que os prejuízos e o sofrimento dessas pessoas sejam minimizados.
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terça-feira, 21 de abril de 2009

Os 49 anos de Brasília

Hoje é feriado nacional no Brasil. Comemoramos Tiradentes (mártir e herói da Inconfidência mineira) e o aniversário dos 49 anos da capital nacional.
A história da construção de Brasília começou, na verdade, em 1823, quando José Bonifácio - "Patriarca da Independência" e ministro do Reino e dos Negócios Estrangeiros (de janeiro de 1822 a julho de 1823) - apresentou um projeto para mudança da capital (Rio de Janeiro) e sugeriu o nome "Brasília" para a nova cidade a ser construída.
Catedral de Brasília

Em 19.09.1956 - O Congresso aprovou, por unanimidade, o projeto para a construção de Brasília. Este foi convertido na Lei nº 2.874.


Ponte JK

Em 21.04.1960 - Brasília foi inaugurada.

Em 07.12.1987 - Brasília foi tombada pela Unesco e registrada como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade.

Brasília - Capital do Brasil

Imagens: WEB

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Humildade e honestidade

Imagem: WEB

"Costumo voltar atrás, sim. Não tenho compromisso com o erro."

Juscelino Kubitschek de Oliveira (1902 — 1976) - foi um médico, militar e político brasileiro e o responsável pela construção da atual capital do Brasil: Brasília.

domingo, 19 de abril de 2009

Meus caminhos


Imagem: WEB

Sempre busco a luz,
Que ao meu espírito seduz,
A tristeza e a escuridão reduz
E pelo caminho certo me conduz.


Sempre procuro a paz
Que aos anseios satisfaz,
O equilíbrio da mente refaz,
Atritos e mal-entendidos desfaz.


Sempre cultivo o bem,
Preocupo-me com alguém
Que de mim necessite também.
Nesta vida, não faço mal a ninguém.


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sábado, 18 de abril de 2009

O Pequeno Principe

Imagem: WEB

Hoje, estou muito saudosa. É que o Dia Nacional do Livro Infantil me fez recordar a primeira obra literária que tive o prazer de ler, de forma independente.
Trata-se de “O Pequeno Príncipe” escrita e ilustrada pelo autor, jornalista e piloto francês Antoine de Saint-Exupéry, em 1943, um ano antes de sua morte.

O Pequeno Príncipe vivia sozinho num planeta, do tamanho de uma casa, que tinha três vulcões: dois ativos e um extinto. Havia também uma flor formosa, vaidosa e soberbete cujo orgulho tirou a tranquilidade do mundo do Pequeno Príncipe e o motivou a viajar pela Galáxia até chegar à Terra. Aqui fez muitas amizades a partir das quais conseguiu descobrir o segredo do que é relevante na vida. Uma das personagens, a Raposa, ensina ao Pequeno Príncipe a importante lição de que as coisas só ganham sentido quando se conhece a amizade.
Há uma frase da Raposa que trago na memória desde a primeira leitura desta pérola: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”. Sempre que inicio qualquer relacionamento, ela vem à tona. Quanta responsabilidade! Eu serei responsável, por quem eu cativar, pelo resto de minha vida. Já pensou? É sério, hein?!

Apesar de tê-la lido na infância, e muitas pessoas a confundirem com um livro infantil, o conteúdo desta obra é profundo, enigmático, metafórico, poético e filosófico. Seus personagens são cheios de simbolismos. É o caso do Rei, do Contador, do Geômetra, da Raposa, da Rosa, do Adulto Solitário e da Serpente, entre outros. Portanto, a faixa etária e o desenvolvimento cognitivo serão responsáveis pelas mais diferentes interpretações.

Durante a leitura atenta, observamos que vários personagens mostram o quanto as “pessoas grandes” se preocupam com coisas inúteis e não dão valor ao que, realmente, merece. Seu autor concebia os adultos como seres estranhos e incapazes de entender o sentido da vida e compreender toda a sabedoria de uma criança. Ele próprio foi vítima deles. Um trecho narra uma ocasião em que, ao apresentar um desenho aos adultos, foi repreendido e aconselhado a esconder a sua criatividade para não se afastar do normal. Então, para não desagradar aos pais e ser bem aceito pela sociedade, ele negou e abandonou o direito à sua inteligência.

Este livro nos alerta para a necessidade de uma profunda mudança de valores. Faz-nos ver o quanto nos equivocamos no julgamento das coisas e das pessoas e que este modo de procedermos nos conduz à solidão. O cotidiano nos absorve tanto que, bem cedo, reprimimos a criança que existe dentro de nós para nos transformamos, irreversivelmente, em adultos.

Recomendo a sua leitura, entremeada de profunda reflexão. É satisfação garantida!

Leia “O Pequeno Príncipe" clicando aqui: http://www.mayrink.g12.br/pp/Cap00.htm

Abaixo, no vídeo, uma passagem imperdível para o seu deleite.

Boa leitura no Dia do Livro!

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quarta-feira, 15 de abril de 2009

Recomeço

Imagem: WEB

"Nossa maior glória não é nunca haver caído, e sim ter levantado depois de cada queda."


Confúcio (551 a.C. - 479 a.C.) - é o nome latino do pensador chinês Kung-Fu-Tze. Foi a figura histórica mais conhecida na China como mestre, filósofo, moralista e teórico político. Sua doutrina, o confucionismo, teve forte influência não apenas na China mas também na Ásia oriental. Teve de ser mestre de si mesmo. Na sua época, a China estava praticamente dividida em reinos feudais cujos senhores dependiam muito pouco do rei.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

100 Anos do Hino Nacional Brasileiro

Imagem: Pintura de Rodval Matias


Hoje,13 de abril, é o dia do Hino Nacional Brasileiro - que completa 100 anos.

Para The Guardian, ele é “o mais alegre, o mais animado, o mais melodioso e o mais encantador do planeta” - e eu assino embaixo!

De acordo com a história, após a Proclamação da República em 1889, um concurso foi realizado para escolher um novo Hino Nacional. A música vencedora, entretanto, foi hostilizada pelo público e pelo próprio Marechal Deodoro da Fonseca. Esta composição ("Liberdade, liberdade! Abre as asas sobre nós!...") seria oficializada como Hino da Proclamação da República do Brasil, e a música original, de Francisco Manuel da Silva, continuou como hino oficial. Somente em 1906 foi realizado um novo concurso para a escolha da melhor letra que se adaptasse ao hino, e o poema declarado vencedor foi o de Joaquim Osório Duque Estrada, em 1909.

Após passar por onze alterações, o poema de Joaquim Osório, em versos decassílabos, foi oficializado como letra do Hino Nacional Brasileiro por meio do Decreto nº 15.671, do presidente Epitácio Pessoa, em 6 de setembro de 1922, véspera do Centenário da Independência do Brasil.

Leia, abaixo, a "tradução" dos versos "incompreensíveis" deste hino, com definições dos Dicionários "Aurélio da Língua Portuguesa" e "Houaiss".

Hino Nacional Brasileiro

I

Às margens plácidas (mansas) do (Riacho) Ipiranga, ouviram o brado retumbante (impetuoso, forte) de um povo heróico,
e, nesse instante, o sol da liberdade brilhou
em raios fúlgidos (resplandecentes) no céu da Pátria.

Se conseguimos conquistar com braço forte
o penhor (compromisso, a garantia) dessa igualdade
o nosso peito desafia a própria morte, em teu seio, ó liberdade.
Salve! Salve!
Ó Pátria amada
Idolatrada.

Brasil, um sonho intenso,
um raio vívido (ardente)
de amor e de esperança à terra desce,
se a imagem do Cruzeiro (Constelação austral, característica de nosso hemisfério) resplandece
em teu formoso céu risonho e límpido (limpo).

Gigante pela própria natureza,
és belo, és forte, (és) impávido (destemido)
colosso (de enormes dimensões),
e essa grandeza espelha o teu futuro.

Brasil, ó Pátria amada,
és tu, terra adorada, entre outras mil!
Brasil, Pátria amada,
és mãe gentil dos filhos deste solo!

II

Deitado eternamente em berço esplêndido (deslumbrante, cheio de riqueza),
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras (cintilas), ó Brasil, florão (preciosidade) da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Teus risonhos(e) lindos campos têm mais flores do
que a terra mais garrida (mais alegre, faceira).
No teu seio, nossos bosques têm mais vida, e nossa
vida (tem) mais amores.

Brasil, o lábaro estrelado (a bandeira com as estrelas),
que ostentas (exibes com orgulho)
seja símbolo de amor eterno
e o verde-louro desta flâmula
(verde e amarelo desta bandeira) diga:
- Paz no futuro e glória no passado.

Mas, se ergues a clava forte (arma pesada) da justiça,
Verás que um filho teu não foge à luta,
(verás que) quem te adora, não teme a própria morte.

Brasil, ó Pátria amada,
és tu, terra adorada entre outras mil.
Brasil, Pátria amada,
és mãe gentil dos filhos deste solo.
Fonte: Texto de Micaldas Corrêa retirado da "Cartilha da Mocidade", de sua autoria.

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domingo, 12 de abril de 2009

Just the way you are - Barry White

Esta é uma de minhas músicas favoritas. Encanta-me a voz de seu intérprete, a melodia e a mensagem.
Ela nos faz refletir e chegar à conclusão de que se as pessoas aceitassem umas as outras, como elas são, seria tudo bem mais fácil...
Quantas pessoas, por amor, abrem mão de sua individualidade para moldarem-se ao que lhes é exigido pela parte egoísta?
Logicamente, isto tem um preço: mais cedo ou mais tarde o ônus será cobrado, de alguma forma, o que resultará em consequências indesejáveis para os envolvidos.
Respeitemos, então, o jeito de ser não só de quem escolhemos para amar, mas o de todas as pessoas com as quais temos a oportunidade de nos relacionar.
Agindo assim, certamente, viveremos em paz, semearemos e desfrutaremos um maior número de momentos felizes em nossas vidas.

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Antidisseminação de vírus

Pen drive de luxo
Imagem: WEB

Creio ser de bastante utilidade o que encontrei acessando o blog do professor Abraão (http://professor-abrahao.blogspot.com/). Veja só:

Essa dica eu li na Revista Info deste mês. Não testei, mas deve funcionar com os vírus mais comuns:

"Para evitar que o pen drive se torne um disseminador de vírus, basta criar uma pasta com o nome autorun.inf. Uma vez que um arquivo não consegue sobrescrever uma pasta, o vírus não poderá ser criado."

Que tal fazermos o teste?
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terça-feira, 7 de abril de 2009

A Paixão de Cristo

Imagem: WEB

A Paixão de Cristo (The Passion of the Christ) é um filme estadunidense que relata as últimas doze horas da vida de Jesus Cristo.

Eu o assisti duas vezes: a primeira, sozinha e a segunda, com meus alunos. Realmente, diante de suas cenas fortes é impossível não se emocionar. Em ambas as vezes, chorei.
Inferi que Jesus, além de nos dar sua vida, nos deixou um “manual de instruções” repleto de sabedoria que, se fosse seguido pela maioria, viveríamos o paraíso aqui na Terra. Infelizmente, muitos sequer querem conhecê-lo.

Penso que a falta de espiritualidade é uma das maiores responsáveis pelas situações de injustiça, pela banalização da violência e pelos desmandos tão comuns nos nossos dias.

Abaixo, um comentário do amigo Rodin, sobre este filme, que faço questão de evidenciar em função da pertinência e do testemunho. Na verdade, foi a sua reflexão que me motivou a redigir esta resenha. Vejamos:

“Acredito que uma maioria quase absoluta da população mundial não tenha a noção do real sofrimento de Jesus Cristo no Seu Calvário. A questão da cruz, a via-crúcis do ponto de vista dos fiéis, é mais ou menos do ponto de vista romântico, onde o sofrimento é derramado em lágrimas como uma visão santa. No entanto, as dores das chibatadas, os espinhos da cruz, o peso que ela tinha - além de estar semi-morto - essas coisas são muito difíceis de se interiorizar. Por isso que o filme de Mel Gibson causou tanto rebuliço e revolta. No filme, de fato, se mostrou o verdadeiro sofrimento de Jesus. Eu, por exemplo, só compreendi esse sofrimento quando assisti a partes do filme, pois não tive coragem, até hoje, de assistí-lo em sua íntegra.”

Mais sobre o filme:

Ano: 2004
Duração:127min
Direção: Mel Gibson

Elenco:
James Caviezel.................. Jesus Cristo
Maia Morgenstern ........... Maria
Monica Bellucci ............... Maria Madalena
Hristo Shopov .................. Pôncio Pilatos
Hristo Jivkov .................... João
Francesco DeVito Saint.... Pedro
Rosalinda Celentano......... Satã
Luca Lionello .................... Judas Iscariotes
Mattia Sbragia Yosef ........ Caifás
Pietro "Pedro" Sarubbi ..... Barrabás
Claudia Gerini................... esposa de Pilatos
Francesco Cabras ............ Gesmas
Sabrina Impacciatore ...... Verônica
Jarreth Merz ...................... Simão Cireneu
Sergio Rubini...................... Dimas
Danilo Maria Valli...............Lázaro
Roteiro: Mel Gibson/ Benedict Fitzgerald
Gênero: drama bíblico
Idioma: novo-aramaico assírio / aramaico / latim / hebreu

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domingo, 5 de abril de 2009

Semana Santa: Domingo de Ramos

Paixão de Cristo - 5ª estação - Jesus é ajudado por Cireneu
Texto: Lc 23, 26
Imagem: WEB

Hoje, Domingo de Ramos, iniciam-se os dias santos de um dos mais importantes feriados cristãos: a Semana Santa - que é celebrada sempre 40 dias após a Quarta-feira de Cinzas. Ela não acontece na mesma data todos os anos. Igualmente ao carnaval, é um evento móvel que varia em relação ao calendário litúrgico da Igreja Cristã. Os dias desta semana são consagrados à lembrança dos últimos dias da vida terrena de Jesus Cristo: Paixão (subida de Jesus Cristo ao Monte Calvário), Morte e Ressurreição.
Entrada triunfal de Jesus em Jerusalém

Ela começa no domingo de Ramos, que comemora a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, e termina no domingo de Páscoa.

A Igreja recorda que a mesma multidão que aclamou Jesus Cristo, como Rei, no Domingo, pediu a sua crucificação na Sexta. Assim, o Domingo de Ramos é um resumo dos acontecimentos da Semana Santa e também a sua solene abertura.

A procissão do Domingo de Ramos surgiu depois que um grupo de cristãos da Etéria fez uma peregrinação à Jerusalém e, ao retornar, procedeu na sua região da mesma forma que havia feito nos lugares santos, lembrando os momentos da Semana Santa. O costume passou a ser utilizado gradualmente por outras igrejas e, ao final da Idade Média, foi incorporado aos ritos da Semana Santa.
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sexta-feira, 3 de abril de 2009

Cerração


Imagem: http://gbizzotto.free.fr/fotos/neblina.jpg

Hoje cedo, ao acordar, não vi o astro-rei. Ele estava lá, no lugar de sempre - eu sei -, mas a cerração impossibilitava a sua visão. Ainda que belo, este fenômeno da natureza me deixa melancólica. O frio e a escuridão têm o poder de reduzir as minhas energias. É que associo a falta de claridade às coisas negativas. Nessas horas, torço para que o sol mostre, sem demora, a sua face a fim de que eu me reabasteça de sua luminosidade e possa distribuí-la por onde passo. É assim que gosto de viver: na luz e com alegria.


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