quarta-feira, 15 de abril de 2009

Recomeço

Imagem: WEB

"Nossa maior glória não é nunca haver caído, e sim ter levantado depois de cada queda."


Confúcio (551 a.C. - 479 a.C.) - é o nome latino do pensador chinês Kung-Fu-Tze. Foi a figura histórica mais conhecida na China como mestre, filósofo, moralista e teórico político. Sua doutrina, o confucionismo, teve forte influência não apenas na China mas também na Ásia oriental. Teve de ser mestre de si mesmo. Na sua época, a China estava praticamente dividida em reinos feudais cujos senhores dependiam muito pouco do rei.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

100 Anos do Hino Nacional Brasileiro

Imagem: Pintura de Rodval Matias


Hoje,13 de abril, é o dia do Hino Nacional Brasileiro - que completa 100 anos.

Para The Guardian, ele é “o mais alegre, o mais animado, o mais melodioso e o mais encantador do planeta” - e eu assino embaixo!

De acordo com a história, após a Proclamação da República em 1889, um concurso foi realizado para escolher um novo Hino Nacional. A música vencedora, entretanto, foi hostilizada pelo público e pelo próprio Marechal Deodoro da Fonseca. Esta composição ("Liberdade, liberdade! Abre as asas sobre nós!...") seria oficializada como Hino da Proclamação da República do Brasil, e a música original, de Francisco Manuel da Silva, continuou como hino oficial. Somente em 1906 foi realizado um novo concurso para a escolha da melhor letra que se adaptasse ao hino, e o poema declarado vencedor foi o de Joaquim Osório Duque Estrada, em 1909.

Após passar por onze alterações, o poema de Joaquim Osório, em versos decassílabos, foi oficializado como letra do Hino Nacional Brasileiro por meio do Decreto nº 15.671, do presidente Epitácio Pessoa, em 6 de setembro de 1922, véspera do Centenário da Independência do Brasil.

Leia, abaixo, a "tradução" dos versos "incompreensíveis" deste hino, com definições dos Dicionários "Aurélio da Língua Portuguesa" e "Houaiss".

Hino Nacional Brasileiro

I

Às margens plácidas (mansas) do (Riacho) Ipiranga, ouviram o brado retumbante (impetuoso, forte) de um povo heróico,
e, nesse instante, o sol da liberdade brilhou
em raios fúlgidos (resplandecentes) no céu da Pátria.

Se conseguimos conquistar com braço forte
o penhor (compromisso, a garantia) dessa igualdade
o nosso peito desafia a própria morte, em teu seio, ó liberdade.
Salve! Salve!
Ó Pátria amada
Idolatrada.

Brasil, um sonho intenso,
um raio vívido (ardente)
de amor e de esperança à terra desce,
se a imagem do Cruzeiro (Constelação austral, característica de nosso hemisfério) resplandece
em teu formoso céu risonho e límpido (limpo).

Gigante pela própria natureza,
és belo, és forte, (és) impávido (destemido)
colosso (de enormes dimensões),
e essa grandeza espelha o teu futuro.

Brasil, ó Pátria amada,
és tu, terra adorada, entre outras mil!
Brasil, Pátria amada,
és mãe gentil dos filhos deste solo!

II

Deitado eternamente em berço esplêndido (deslumbrante, cheio de riqueza),
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras (cintilas), ó Brasil, florão (preciosidade) da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Teus risonhos(e) lindos campos têm mais flores do
que a terra mais garrida (mais alegre, faceira).
No teu seio, nossos bosques têm mais vida, e nossa
vida (tem) mais amores.

Brasil, o lábaro estrelado (a bandeira com as estrelas),
que ostentas (exibes com orgulho)
seja símbolo de amor eterno
e o verde-louro desta flâmula
(verde e amarelo desta bandeira) diga:
- Paz no futuro e glória no passado.

Mas, se ergues a clava forte (arma pesada) da justiça,
Verás que um filho teu não foge à luta,
(verás que) quem te adora, não teme a própria morte.

Brasil, ó Pátria amada,
és tu, terra adorada entre outras mil.
Brasil, Pátria amada,
és mãe gentil dos filhos deste solo.
Fonte: Texto de Micaldas Corrêa retirado da "Cartilha da Mocidade", de sua autoria.

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domingo, 12 de abril de 2009

Just the way you are - Barry White

Esta é uma de minhas músicas favoritas. Encanta-me a voz de seu intérprete, a melodia e a mensagem.
Ela nos faz refletir e chegar à conclusão de que se as pessoas aceitassem umas as outras, como elas são, seria tudo bem mais fácil...
Quantas pessoas, por amor, abrem mão de sua individualidade para moldarem-se ao que lhes é exigido pela parte egoísta?
Logicamente, isto tem um preço: mais cedo ou mais tarde o ônus será cobrado, de alguma forma, o que resultará em consequências indesejáveis para os envolvidos.
Respeitemos, então, o jeito de ser não só de quem escolhemos para amar, mas o de todas as pessoas com as quais temos a oportunidade de nos relacionar.
Agindo assim, certamente, viveremos em paz, semearemos e desfrutaremos um maior número de momentos felizes em nossas vidas.

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Antidisseminação de vírus

Pen drive de luxo
Imagem: WEB

Creio ser de bastante utilidade o que encontrei acessando o blog do professor Abraão (http://professor-abrahao.blogspot.com/). Veja só:

Essa dica eu li na Revista Info deste mês. Não testei, mas deve funcionar com os vírus mais comuns:

"Para evitar que o pen drive se torne um disseminador de vírus, basta criar uma pasta com o nome autorun.inf. Uma vez que um arquivo não consegue sobrescrever uma pasta, o vírus não poderá ser criado."

Que tal fazermos o teste?
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terça-feira, 7 de abril de 2009

A Paixão de Cristo

Imagem: WEB

A Paixão de Cristo (The Passion of the Christ) é um filme estadunidense que relata as últimas doze horas da vida de Jesus Cristo.

Eu o assisti duas vezes: a primeira, sozinha e a segunda, com meus alunos. Realmente, diante de suas cenas fortes é impossível não se emocionar. Em ambas as vezes, chorei.
Inferi que Jesus, além de nos dar sua vida, nos deixou um “manual de instruções” repleto de sabedoria que, se fosse seguido pela maioria, viveríamos o paraíso aqui na Terra. Infelizmente, muitos sequer querem conhecê-lo.

Penso que a falta de espiritualidade é uma das maiores responsáveis pelas situações de injustiça, pela banalização da violência e pelos desmandos tão comuns nos nossos dias.

Abaixo, um comentário do amigo Rodin, sobre este filme, que faço questão de evidenciar em função da pertinência e do testemunho. Na verdade, foi a sua reflexão que me motivou a redigir esta resenha. Vejamos:

“Acredito que uma maioria quase absoluta da população mundial não tenha a noção do real sofrimento de Jesus Cristo no Seu Calvário. A questão da cruz, a via-crúcis do ponto de vista dos fiéis, é mais ou menos do ponto de vista romântico, onde o sofrimento é derramado em lágrimas como uma visão santa. No entanto, as dores das chibatadas, os espinhos da cruz, o peso que ela tinha - além de estar semi-morto - essas coisas são muito difíceis de se interiorizar. Por isso que o filme de Mel Gibson causou tanto rebuliço e revolta. No filme, de fato, se mostrou o verdadeiro sofrimento de Jesus. Eu, por exemplo, só compreendi esse sofrimento quando assisti a partes do filme, pois não tive coragem, até hoje, de assistí-lo em sua íntegra.”

Mais sobre o filme:

Ano: 2004
Duração:127min
Direção: Mel Gibson

Elenco:
James Caviezel.................. Jesus Cristo
Maia Morgenstern ........... Maria
Monica Bellucci ............... Maria Madalena
Hristo Shopov .................. Pôncio Pilatos
Hristo Jivkov .................... João
Francesco DeVito Saint.... Pedro
Rosalinda Celentano......... Satã
Luca Lionello .................... Judas Iscariotes
Mattia Sbragia Yosef ........ Caifás
Pietro "Pedro" Sarubbi ..... Barrabás
Claudia Gerini................... esposa de Pilatos
Francesco Cabras ............ Gesmas
Sabrina Impacciatore ...... Verônica
Jarreth Merz ...................... Simão Cireneu
Sergio Rubini...................... Dimas
Danilo Maria Valli...............Lázaro
Roteiro: Mel Gibson/ Benedict Fitzgerald
Gênero: drama bíblico
Idioma: novo-aramaico assírio / aramaico / latim / hebreu

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domingo, 5 de abril de 2009

Semana Santa: Domingo de Ramos

Paixão de Cristo - 5ª estação - Jesus é ajudado por Cireneu
Texto: Lc 23, 26
Imagem: WEB

Hoje, Domingo de Ramos, iniciam-se os dias santos de um dos mais importantes feriados cristãos: a Semana Santa - que é celebrada sempre 40 dias após a Quarta-feira de Cinzas. Ela não acontece na mesma data todos os anos. Igualmente ao carnaval, é um evento móvel que varia em relação ao calendário litúrgico da Igreja Cristã. Os dias desta semana são consagrados à lembrança dos últimos dias da vida terrena de Jesus Cristo: Paixão (subida de Jesus Cristo ao Monte Calvário), Morte e Ressurreição.
Entrada triunfal de Jesus em Jerusalém

Ela começa no domingo de Ramos, que comemora a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, e termina no domingo de Páscoa.

A Igreja recorda que a mesma multidão que aclamou Jesus Cristo, como Rei, no Domingo, pediu a sua crucificação na Sexta. Assim, o Domingo de Ramos é um resumo dos acontecimentos da Semana Santa e também a sua solene abertura.

A procissão do Domingo de Ramos surgiu depois que um grupo de cristãos da Etéria fez uma peregrinação à Jerusalém e, ao retornar, procedeu na sua região da mesma forma que havia feito nos lugares santos, lembrando os momentos da Semana Santa. O costume passou a ser utilizado gradualmente por outras igrejas e, ao final da Idade Média, foi incorporado aos ritos da Semana Santa.
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sexta-feira, 3 de abril de 2009

Cerração


Imagem: http://gbizzotto.free.fr/fotos/neblina.jpg

Hoje cedo, ao acordar, não vi o astro-rei. Ele estava lá, no lugar de sempre - eu sei -, mas a cerração impossibilitava a sua visão. Ainda que belo, este fenômeno da natureza me deixa melancólica. O frio e a escuridão têm o poder de reduzir as minhas energias. É que associo a falta de claridade às coisas negativas. Nessas horas, torço para que o sol mostre, sem demora, a sua face a fim de que eu me reabasteça de sua luminosidade e possa distribuí-la por onde passo. É assim que gosto de viver: na luz e com alegria.


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