sábado, 25 de abril de 2009

Amor-des-amor

Imagem: WEB


No amor – encanto, sublime sentimento.
Juras eternas e sonhos a realizar.
Reclamo tua presença a todo o momento.

No desamor – desencanto, afastamento
Acusações e mágoas por perdoar
Restam dor e arrependimento.
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sexta-feira, 24 de abril de 2009

Desamor

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Podemos definir desamor como desapego, desprezo, desdém ou desculto.

Neste mundo globalizado, tenho observado a existência de uma espécie de desorientação em massa. As pessoas parecem estar com a sua espiritualidade seriamente comprometida. Não há como negar que cresce, a cada dia, o número de céticos e a falta de uma crença resulta em desamor, pois, geralmente, embrutece o ser humano - que, sem escrúpulos, se julga dono do mundo e com o direito de fazer o que bem entende no convívio com os seus semelhantes.
Por isso, precisamos amar, mais e mais, a cada dia – por nós mesmos e pelos outros que não abrigam o amor em seus corações.
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O espetáculo das águas

Hoje, os meus olhos ficaram extasiados ao ver uma cena de rara beleza em um dos noticiários da TV: a sangria da barragem de Santa Cruz, no Apodi/RN/Brasil.
A visão é de uma cachoeira artificial cuja lâmina de água forma um véu, que desce os seus "degraus", e converte-se em um delicioso lago para o desfrute de todos quantos para lá se dirigem a fim de contemplar o resultado da parceria homem/Criador.
Isto está acontecendo porque o Rio Grande do Norte (estado do nordeste do Brasil) encontra-se na estação chuvosa e as precipitações atmosféricas abundantes têm provocado esses espetáculos. Ocorre a vazão dos reservatórios - grandes depósitos de água, construídos pelo homem, como é o caso dos açudes (lagos formados por represamento) e das barragens de acumulação.
Este é um exemplo do lado bom do inverno.
A barragem Armando Ribeiro Gonçalves
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Esta barragem tem capacidade para 2,4 bilhões de m3. Forma o açude Assu, está localizada no rio Piranhas,também denominado Assu, 6 km a montante da cidade de Assu,no estado do Rio Grande do Norte.

Barragem de Santa Cruz - Apodi-RN
Belo espetáculo das águas
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A barragem de Santa Cruz, no Apodi. Imagem: WEB

Esse reservatório comporta 600 milhões de m3 de água e é o segundo maior do Rio Grande do Norte.

Travessia na Ilha de Santa Luzia - MSO - RN
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Infelizmente, como tudo demais, por melhor que seja, é prejudicial, o excesso de água já está fazendo suas vítimas. O número de desabrigados, devido às enchentes, cresce a cada dia.
Este é o lado ruim do inverno.
Moradores ilhados - MSO-RN - Imagem: WEB

Resta-nos contar com a Misericórdia Divina e com a sensibilização das autoridades governamentais a fim de que os prejuízos e o sofrimento dessas pessoas sejam minimizados.
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terça-feira, 21 de abril de 2009

Os 49 anos de Brasília

Hoje é feriado nacional no Brasil. Comemoramos Tiradentes (mártir e herói da Inconfidência mineira) e o aniversário dos 49 anos da capital nacional.
A história da construção de Brasília começou, na verdade, em 1823, quando José Bonifácio - "Patriarca da Independência" e ministro do Reino e dos Negócios Estrangeiros (de janeiro de 1822 a julho de 1823) - apresentou um projeto para mudança da capital (Rio de Janeiro) e sugeriu o nome "Brasília" para a nova cidade a ser construída.
Catedral de Brasília

Em 19.09.1956 - O Congresso aprovou, por unanimidade, o projeto para a construção de Brasília. Este foi convertido na Lei nº 2.874.


Ponte JK

Em 21.04.1960 - Brasília foi inaugurada.

Em 07.12.1987 - Brasília foi tombada pela Unesco e registrada como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade.

Brasília - Capital do Brasil

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Humildade e honestidade

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"Costumo voltar atrás, sim. Não tenho compromisso com o erro."

Juscelino Kubitschek de Oliveira (1902 — 1976) - foi um médico, militar e político brasileiro e o responsável pela construção da atual capital do Brasil: Brasília.

domingo, 19 de abril de 2009

Meus caminhos


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Sempre busco a luz,
Que ao meu espírito seduz,
A tristeza e a escuridão reduz
E pelo caminho certo me conduz.


Sempre procuro a paz
Que aos anseios satisfaz,
O equilíbrio da mente refaz,
Atritos e mal-entendidos desfaz.


Sempre cultivo o bem,
Preocupo-me com alguém
Que de mim necessite também.
Nesta vida, não faço mal a ninguém.


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sábado, 18 de abril de 2009

O Pequeno Principe

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Hoje, estou muito saudosa. É que o Dia Nacional do Livro Infantil me fez recordar a primeira obra literária que tive o prazer de ler, de forma independente.
Trata-se de “O Pequeno Príncipe” escrita e ilustrada pelo autor, jornalista e piloto francês Antoine de Saint-Exupéry, em 1943, um ano antes de sua morte.

O Pequeno Príncipe vivia sozinho num planeta, do tamanho de uma casa, que tinha três vulcões: dois ativos e um extinto. Havia também uma flor formosa, vaidosa e soberbete cujo orgulho tirou a tranquilidade do mundo do Pequeno Príncipe e o motivou a viajar pela Galáxia até chegar à Terra. Aqui fez muitas amizades a partir das quais conseguiu descobrir o segredo do que é relevante na vida. Uma das personagens, a Raposa, ensina ao Pequeno Príncipe a importante lição de que as coisas só ganham sentido quando se conhece a amizade.
Há uma frase da Raposa que trago na memória desde a primeira leitura desta pérola: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”. Sempre que inicio qualquer relacionamento, ela vem à tona. Quanta responsabilidade! Eu serei responsável, por quem eu cativar, pelo resto de minha vida. Já pensou? É sério, hein?!

Apesar de tê-la lido na infância, e muitas pessoas a confundirem com um livro infantil, o conteúdo desta obra é profundo, enigmático, metafórico, poético e filosófico. Seus personagens são cheios de simbolismos. É o caso do Rei, do Contador, do Geômetra, da Raposa, da Rosa, do Adulto Solitário e da Serpente, entre outros. Portanto, a faixa etária e o desenvolvimento cognitivo serão responsáveis pelas mais diferentes interpretações.

Durante a leitura atenta, observamos que vários personagens mostram o quanto as “pessoas grandes” se preocupam com coisas inúteis e não dão valor ao que, realmente, merece. Seu autor concebia os adultos como seres estranhos e incapazes de entender o sentido da vida e compreender toda a sabedoria de uma criança. Ele próprio foi vítima deles. Um trecho narra uma ocasião em que, ao apresentar um desenho aos adultos, foi repreendido e aconselhado a esconder a sua criatividade para não se afastar do normal. Então, para não desagradar aos pais e ser bem aceito pela sociedade, ele negou e abandonou o direito à sua inteligência.

Este livro nos alerta para a necessidade de uma profunda mudança de valores. Faz-nos ver o quanto nos equivocamos no julgamento das coisas e das pessoas e que este modo de procedermos nos conduz à solidão. O cotidiano nos absorve tanto que, bem cedo, reprimimos a criança que existe dentro de nós para nos transformamos, irreversivelmente, em adultos.

Recomendo a sua leitura, entremeada de profunda reflexão. É satisfação garantida!

Leia “O Pequeno Príncipe" clicando aqui: http://www.mayrink.g12.br/pp/Cap00.htm

Abaixo, no vídeo, uma passagem imperdível para o seu deleite.

Boa leitura no Dia do Livro!

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