quinta-feira, 15 de abril de 2010

Perguntas sem respostas

Jovem ao celular
Imagem: WEB


Que tal desopilarmos um pouco, apenas lendo estas perguntas sem respostas? Eu as “garimpei” navegando pela Internet. Vejamos!

Por que será que as pessoas ligam para o seu celular e perguntam: "Quem é?"

Por que, quando alguém nos pede que ajudemos a procurar algum objeto perdido, temos a mania de perguntar: "Onde foi que você perdeu?"

Por que tem gente que acorda os outros para perguntar se estavam dormindo?

Por que abreviação é uma palavra tão grande?

Por que a gente sempre acorda na melhor parte do sonho?

Se Deus está em todo lugar, por que as pessoas olham para cima para falar com Ele?

Se os homens são todos iguais, por que as mulheres escolhem tanto?

Se depois do banho estamos limpos, por que lavamos a toalha?

Como se escreve zero em algarismos romanos?

Por que as luas dos outros planetas têm nome, mas a nossa é chamada só de lua?

Se a Mônica é do mesmo tamanho do Cebolinha e do Cascão, por que eles a chamam de baixinha?

Por que os homens conseguem se lembrar do dia e da hora exata em que vai se realizar a final do campeonato de futebol, mas se esquecem do aniversário de casamento?

Por que as mulheres se esforçam tanto para que os maridos mudem seus hábitos e depois de alguns anos reclamam que eles não são mais aqueles homens com quem elas se casaram?

Se cárcere e prisão são sinônimos, por que carcereiro e prisioneiro não são?

Por que a palavra "grande" é menor do que a palavra "pequeno"?

Como pode existir luz negra?

Se toda regra tem exceção, e isso é uma regra, qual é a exceção?

domingo, 11 de abril de 2010

Intrepidez

Jovem caminhando por um bosque
Imagem da Web


Ela caminha por um lindo bosque,
Atraída pelas tentações
E pelos mistérios a desvendar.
Segue sempre em frente, sem hesitar.
Parece ignorar os perigos que se avizinham
E os do restante do percurso que desconhece.
Simplesmente vive, aproveita o momento
E as oportunidades que surgem diante de si.
Seu comportamento audaz
Torna sua existência uma emoção sem fim.

Copyright © Josselene Marques
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O meu Deus

Criança orando
Imagem da WEB

Preciso calar para ouvir a voz do meu Deus.
Ele é misericordioso, me atende e me fala,
Embora nem sempre esteja atenta às Suas respostas.

Preciso deter-me para ver a ação do meu Deus.
Ele faz maravilhas em minha vida,
Ainda que, muitas vezes, eu não as reconheça.

Preciso parar para agradecer o desvelo do meu Deus.
Ele, sem dúvida, merece devoção,
Pois é o Criador do universo e me ama.

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sexta-feira, 9 de abril de 2010

Escolha

Moça sendo flechada pelo Cupido
Imagem: WEB

"Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor... Lembre-se: se escolher o mundo, ficará sem o amor, mas se escolher o amor, com ele você conquistará o mundo."

(Albert Einstein)

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Poder X amor

Escritora tem flasback romântico e escreve
Imagem da WEB

"Onde o amor impera, não há desejo de poder; e onde o poder predomina, há falta de amor. Um é a sombra do outro."

Carl Jung

domingo, 4 de abril de 2010

Paixão de Cristo da Nova Jerusalém - 2010

Principal portão de acesso ao
monumental teatro Nova Jerusalém
Foto: Josselene Marques
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Este foi o 43º ano de realização da temporada da Paixão de Cristo. É uma produção da Sociedade Teatral de Fazenda Nova. O maior e mais famoso espetáculo bíblico teatral do Brasil acontece dentro das monumentais muralhas da Nova Jerusalém. A cidade teatro, de 100 mil metros quadrados, é uma obra idealizada e construída por Plínio Pacheco. Está situada no distrito de Fazenda Nova, a 180 km da capital pernambucana – Recife. Este ano, a encenação da peça se deu no período compreendido entre 26 de março e 03 de abril.
Particularmente, tive o privilégio de assistir à penúltima apresentação, na última sexta-feira, 02.04.10. Confesso que me emocionei bastante e a minha cena preferida foi a da Ressurreição de Jesus.

Para saber mais acesse:
http://www.novajerusalem.com.br/2010/index2.php

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quinta-feira, 1 de abril de 2010

Dois cegos, um exemplo

Dois jovens com deficiência visual
caminham pelo centro da cidade de Mossoró-RN
Foto: Josselene Marques
Clique na foto para ampliá-la.

Hoje é primeiro de abril – Dia da Mentira -, mas o que vou narrar é uma verdade. Esta foto não é uma montagem...

Há exatamente uma semana, por volta das 11h30min, eu retornava do trabalho, quando, de repente, diante dos meus olhos, uma cena incomum me chamou a atenção: dois jovens com deficiência visual - cada qual com uma bengala na mão - caminhavam em meio ao trânsito intenso, típico daquele horário. Um deles seguia um pouco à frente enquanto o outro, com a mão direita pousada em seu ombro, andava um pouco mais atrás. Não pensei duas vezes. Tinha que registrar aquela cena. Retirei o telefone celular da minha bolsa, preparei a câmera e fiz a foto acima – apenas uma – de primeira!
 
Por uma questão de ética e respeito aos dois, procurei, no dia seguinte, identificá-los (João Marciliano Meira Barbosa e José Rodrigues Bezerra – são mais conhecidos por Joãozinho e Rodrigo, respectivamente) e, com a ajuda imprescindível da professora Eliane Dias, do Centro de Apoio ao Deficiente Visual (CADV), consegui a autorização deles para publicação da referida foto.
 
Concluindo o meu percurso, vinha refletindo sobre a cegueira. Lembrei-me, inclusive, de uma passagem bíblica (Mateus 15:14), que trata dos fariseus e de suas tradições, na qual Jesus diz o seguinte: "Deixai-os. São cegos e guias de cegos. Ora, se um cego conduz a outro, tombarão ambos na mesma vala.”
 
No caso desta parábola, Jesus se refere à cegueira espiritual, fazendo uma alusão às autoridades religiosas de sua época que, mesmo cheias de orgulho e avareza e desprovidas de compaixão e amor, se achavam no direito de julgar e guiar outras pessoas.
 
No caso destes dois jovens, a cegueira é sensorial. Todavia, ela não impediu que um deles fosse solidário e guiasse o seu amigo. Joãozinho enxerga sem ver. As armadilhas da rua e do viver não são empecilhos para ele. Que belo exemplo nos dá este rapaz! É lamentável pensar que há tanta gente com a visão perfeita, mas não consegue enxergar a necessidade do outro e muito menos o percurso da vida. Vendo esta foto, vemos que é possível, sim, um cego guiar outro cego.

Não me estenderei mais. A imagem por si só já é suficiente para nos fazer refletir e, quem sabe, modificar a nossa forma de ver o mundo.


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