sábado, 11 de junho de 2011

O Amor e o Dia dos Namorados

Google Images





O dia dedicado aos namorados se aproxima... Faltam poucas horas... É um momento oportuno para falarmos de amor...



Como sabemos, há diferentes formas e tipos de amor: amor físico, amor platônico, amor materno, amor a Deus, amor à vida e mais outras dezenas de subdivisões e rotulações.



Já no idioma grego há apenas quatro palavras que sintetizam e concentram a diversidade de termos, comumente, utilizados em outras línguas para definir tão sublime sentimento. São elas: Eros, Storge, Philos e Ágape.



EROS é o amor carnal, voltado para o sexo. Ele é extremamente egoísta, cego e busca, primeiramente, a própria felicidade - é o amor mais humano, em sua essência. É a paixão romântica dos poetas. Só uma coisa importa: ser correspondido.



STORGE é o afeto natural, como o que sentimos por pais e filhos. Os casais preferem cativar a seduzir. Normalmente, eles conhecem muito bem um ao outro. Trata-se de um amor afetuoso que se desenvolve lentamente. A atração física não é o principal. O que conta é a confiança mútua e os valores compartilhados.



PHILOS é também conhecido como "amor fraternal" ou “amor de amizade”. É motivado por razões práticas e baseia-se numa apreciação recíproca. Neste nível, o amor é menos egoísta, mas ainda contempla o prazer e deseja realizar os interesses pessoais. Ele encara os defeitos e decide se eles podem, ou não, ser superados pelas virtudes.



ÁGAPE é o amor incondicional, puro. A dedicação ao outro vem sempre antes do próprio interesse. Sente-se bem quando o outro demonstra alegria. É capaz até mesmo de renunciar ao parceiro se acreditar que ele pode ser mais feliz com outra pessoa. Ao invés de sentir atração física, ele ama a alma. Ama até mesmo quando a pessoa amada não é amável, não corresponde. Esse amor não é egoísta, não busca a própria felicidade, mas a do outro, a qualquer preço.



Caro (a) leitor (a), não importa o seu estilo de amar. Ame! O amor nos faz sentir mais vivos.
Tenha um Dia dos Namorados bem feliz!






quinta-feira, 9 de junho de 2011

Não ser amado...

Google Images


“Não ser amado é falta de sorte, mas não amar é a própria infelicidade.”

(Albert Camus)

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Despedida de Ronaldo – O Fenômeno

Google Images



Ontem, às 21h50, no Estádio Pacaembu, em São Paulo, no amistoso contra a Romênia, o atacante Ronaldo – o melhor artilheiro da história das Copas – fez sua última partida representando a Seleção Brasileira. Embora tenha anunciado a sua aposentadoria, há cerca de quatro meses, somente nesta data ele a oficializou.



Aos brasileiros, restou prestigiar seus dezessete minutos de atuação, em campo, neste dia que entrou para a história, independente do resultado do jogo e, também, reconhecer a sua grande contribuição para o destaque do nosso futebol, nesses últimos anos, em nível mundial, e agradecer ao extraordinário jogador pelos inúmeros momentos de alegria que ele nos proporcionou com suas jogadas fenomenais.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Dicas para uma boa oratória

Fotos do meu arquivo pessoal



Para muitas pessoas, falar em público é um verdadeiro desafio. No entanto, basta um pouco de empenho e persistência, aliados a algumas técnicas básicas de oratória, para você passar a considerar esse desafio como uma coisa normal e até fácil de fazer. Nos últimos anos, o mercado de trabalho tem buscado, cada vez mais, pessoas com essa capacidade/qualificação e, dependendo da área de atuação, poderá render um bom dinheiro. Nós, profissionais da educação, somos bastante solicitados para realizarmos palestras e formações. Por isso, caro (a) colega, se você está pensando em aperfeiçoar e pôr em prática sua habilidade de falar em público, aqui vão algumas técnicas de oratória básica para facilitar a sua vida. São ferramentas e posturas que possibilitam a apresentação de um conteúdo/tema de maneira clara e persuasiva.

Como sabemos, é através da comunicação interpessoal que expressamos o que pensamos e temos como verdadeiro. Para haver comunicação, são essenciais o emissor, o receptor e a mensagem. Até agora, nada de novo, não é mesmo?

Entretanto, o que nem todos sabem é que, segundo a estatística clássica, a qualidade e a eficácia na transmissão de conteúdos, pensamentos e sentimentos estão:

• 7% na palavra (todavia, o vocabulário a ser utilizado deve ser muito bem escolhido e direcionado. Por isso, não o subestime, em função dessa porcentagem reduzida, para não pôr em xeque a sua credibilidade);

• 38% no tom de voz agradável e audível (dependendo do tom de sua voz, você pode melindrar alguém com um elogio ou ganhar sua simpatia com um corretivo verbal);

• 55% na fisiologia bem estruturada (sua postura, um olhar, um sorriso, somados à entonação, apropriada ao contexto das palavras proferidas, dão autenticidade ao que você quer comunicar).

Portanto, faz-se necessário o uso correto da palavra, do tom de voz e da fisiologia a fim de lograrmos êxito em nossa apresentação, seja fazendo um discurso político, defendendo um tema numa palestra ou ministrando um conteúdo acadêmico numa formação.

Para falar bem, em público, não se esqueça de:
• Ter em mente o que pretende falar (prepare-se: estude e atualize o tema, organize as etapas da exposição, ajuste a linguagem ao público-alvo (procure saber, antecipadamente, quem serão seus ouvintes);
• Treinar bastante (diante de um espelho ou com a ajuda de familiares ou amigos);
• Levar um roteiro para que possa desenvolver seu raciocínio sem se perder;
• Administrar ansiedade, medos e inibições;
• Criar um estilo pessoal;
• Cumprimentar a plateia;
• Anunciar o assunto que irá desenvolver;
• Usar de empatia, ser delicado (a) ao dirigir-se à plateia;
• Usar recursos audiovisuais (sem excessos, apenas com as informações relevantes num tamanho de fonte que seja legível);
• Expressar, com moderação, entusiasmo e vivacidade durante a sua apresentação. Isso contagiará a plateia;
• Procurar demonstrar bom humor, entretanto, não cometa excessos; caso contrário, a plateia perderá a confiança em você;
• Observar a própria postura (uma comunicação não verbal pertinente é essencial. Ela envolve expressão facial, expressão corporal, movimentos, gestos (evite os maneirismos) e roupas. Estas últimas devem ser o mais sóbrias possível (use peças de cores lisas, nos tons cinza, azul, vinho ou bege), pois a atenção dos ouvintes deve se concentrar em você e na sua fala e não em seu traje);
• Evitar falar com as mãos nos bolsos, com os braços cruzados ou nas costas. Jamais fique esfregando as mãos ou unindo-as pelas pontas dos dedos. Facilmente, você passará a ideia de insegurança. Portanto, seja cauteloso (a) com a gesticulação;
• Usar toda argumentação disponível, com base em pesquisas e dados estatísticos. Desta forma, terá condições de rebater algum tipo de resistência dos receptores;
• Dar uma pausa na sua fala ou movimentar-se, um pouco, para destacar uma informação ou recuperar a atenção dos ouvintes;
• Procurar falar girando o tronco e a cabeça, com calma, ora para a esquerda, ora para a direita, de modo a contemplar todos os presentes com a sua atenção. Ao posicionar-se próximo (a) à mesa, para transmitir segurança, solte as mãos, de forma ereta;
• Ao concluir, rememorar o tema abordado, com objetividade, e certificar-se de que foi entendido.

Seguindo estas técnicas, com mais um pouquinho de prática, você poderá se transformar em um (a) insigne palestrante.


Referências:
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAA8BcAD/oratoria-basica
http://brenoisr.blogspot.com/2010/06/tecnica-em-oratoria.html
Acesso em 05.06.2011

domingo, 5 de junho de 2011

Dia Mundial da Ecologia e do Meio Ambiente

Google Images





A data de hoje é dedicada à ecologia e ao meio ambiente.


A título de curiosidade, a palavra “ecologia” tem origem no grego "oikos", que significa casa, e "logos", estudo, reflexão. Ela foi usada, pela primeira vez, em 1869, pelo cientista alemão Ernst Haeckel, para designar o estudo das relações entre os seres vivos e o ambiente em que vivem.


Felizmente, muitas pessoas já têm noção do impacto ambiental que suas ações (desmatamento, queimadas, utilização de produtos que reduzem a camada de ozônio - provocando o aumento da temperatura, o consequente derretimento das geleiras e o aumento do nível do mar, que reduz as faixas de terra e aumenta o número de desabrigados -, a caça indiscriminada, que ameaça a sobrevivência das espécies - tudo isso, caro (a) leitor (a), só para exemplificar) podem causar à nossa grande casa e vêm fazendo a sua parte para corrigir “antigos maus hábitos” - cuidam, pelo menos, do lugar onde habitam. Entretanto, o que tem sido feito, para preservar o nosso cantinho no Universo, ainda é pouco. Não é difícil constatar que a Terra continua sendo agredida e explorada de forma não sustentável. Em pleno século XXI, ainda encontramos seres, dotados de racionalidade, aos quais foram atribuídos direitos e obrigações, que são incapazes de promover mudanças simples, em seu dia a dia, tais como: economizar água e energia, jogar lixo no lixo, reciclar, entre tantas outras pequenas medidas que podem beneficiar os habitantes do planeta, em sua totalidade, se considerarmos que o mesmo é uma única habitação para todos.


Então, que tal aproveitarmos o Dia Mundial da Ecologia e do Meio Ambiente para refletirmos, um pouco, sobre a forma como interagimos com o meio onde vivemos e, se for o caso, fazermos algumas alterações em prol de sua preservação?

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Mossoró Cidade Junina


O mês de junho chegou e trouxe com ele muita movimentação para a nossa cidade. Além das tradicionais quadrilhas juninas, novenas em honra a Santo Antonio, São João e São Pedro, comidas típicas – adeus dieta! – fogueiras e fogos de artifício, teremos, de 01 a 28 de junho, a 15ª edição do “Mossoró Cidade Junina” que oferecerá cerca de trinta atrações culturais: shows com artistas locais e nacionais – inclusive, de 09 a 26 de junho, de quinta a domingo, no adro da Capela de São Vicente, seus habitantes e visitantes também terão a oportunidade de ver/rever contada uma parte da nossa história, que trata resistência dos mossoroenses ao bando do cangaceiro Lampião, através do espetáculo “Chuva de Bala no País de Mossoró”. Então, se você gosta de festa, seja bem-vindo (a) a um dos maiores arraiais do Brasil.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

A origem do sanduiche






A história do sanduíche está diretamente relacionada ao inglês John Montagu – o Quarto Conde de Sandwich (cidade histórica, no condado de Kent, situada no sudeste da Inglaterra). Ele viveu no século XVII, de 1718 a 1792.




John Montagu - Conde de Sandwich







Naquela época, nenhum homem público teve reputação de ser mais amargo e, ao mesmo tempo, mais amado por seus subordinados. Ele adorava jogar cartas e costumava varar as noites jogando baralho com os amigos.


Conta a história que, para poder matar a fome durante as madrugadas, o conde de Sandwich pedia aos empregados que deixassem preparados pães cortados, recheados com queijo, manteiga, salame e presunto. Desta forma, o lorde podia continuar jogando, enquanto comia.

De lá para cá, as pessoas ficaram muito mais ocupadas que John Montagu; por isso, a invenção virou mania universal. Com seu visual atraente, sua praticidade e a possibilidade de receber uma infinidade de novos ingredientes, dando origem a uma grande variedade de combinações e sabores, o sanduíche vem ultrapassando os séculos sem perder o seu glamour.



Assim, nasceu a maravilhosa combinação entre duas metades que levou o nome do seu criador.

Fontes:
http://www.ufrgs.br/alimentus/pao/curiosidades/sanduiche.htm
http://www.minhavida.com.br/conteudo/278-Sanduiche.htm