domingo, 1 de janeiro de 2012

Tua ausência em mim

By the shore (Pela orla)
by M&I Garmash
20" x 24" on canvas

Tal qual uma onda,
Tua imagem vem e volta
Toda vez que escuto aquela melodia...
A voz da consciência grita teu nome
Em uníssono com o coração,
Que pulsa acelerado diante dessa miragem.
Nessas horas, percebo
Que meus sonhos ainda estão verdes...


Quando a melodia acaba,
Sinto o beijo do teu silêncio.
A lembrança de tuas promessas
Povoa-me a mente.
Entre suspiros, respiro o ar da noite...
Chego a uma conclusão:
Não estou só...
A tua ausência está em mim.


Copyright © Josselene Marques


Obs.: Poema publicado no blog Revelação em 27.11.10.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Pronta para recomeçar


Mais um ano que finda...
Seguido de outro que recomeça.
Entre perdas e ganhos...
Saldo positivo.
Refaço planos...
Agradeço a Deus por tudo:
Dons, família, trabalho,
Pessoas que têm cruzado o meu caminho,
Das mais diferentes formas,
Preenchendo o meu viver e dando-lhe sentido.
Neste último dia de 2011, estou feliz, em paz,
Com o coração cheio de amor,
A mente fervilhando de ideias,
O corpo saudável e bem disposto.
Estou pronta para recomeçar!

Copyright © Josselene Marques

Que em 2012 você realize tudo o que ficou pendente e, ainda, encontre tempo para novas e significativas realizações.

Feliz Ano Novo!

Ah! Aproveito, também, para lhe fazer um convite: acessar o meu Blog Oficial (clique aqui).

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O poeta Antonio Francisco

Foto: Josselene Marques

Neste finalzinho de ano, adquiri e recomendo a coleção “Minha Obra é um Cordel” cujo autor é o poeta popular, cordelista e compositor mossoroense Antônio Francisco. Esta coletânea, lançada no último dia 08.12.11, no Teatro Municipal Dix-huit Rosado, está acondicionada em uma prática embalagem que contém todos os livros anteriormente lançados pelo autor (edições esgotadas), além de uma obra inédita (O Olhar Torto do Rei) e dois CDs.

Fazem parte da coleção:

 Dez Cordéis num Cordel só
 Por Motivos de Versos
 Veredas de Sombras
 Sete Contos de Maria
 O Olhar Torto do Rei
 Os CDs "Os animais têm razão" e "Entre cordas e cordéis”

Este produto está sendo comercializado nas livrarias locais e também pode ser adquirido com próprio poeta, ao preço médio de R$ 50,00.

Antonio Francisco
Foto digitalizada por Josselene Marques


Antônio Francisco Teixeira de Melo (Mossoró, 21 de outubro de 1949) é graduado em História pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN. Sua carreira literária só começou na idade adulta. Há cinco anos, em 15.05.06, tomou posse na Academia Brasileira de Literatura de Cordel – ABLC, na cadeira de número 15, que tem como patrono o poeta cearense Patativa do Assaré.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Feliz Natal!

Missa do galo? Por quê?

Imagem disponível em:http://www.biblincando.com.br/historias.html
Por favor, clique na imagem pata ampliá-la.


Missa do galo? Por quê?

Esta pergunta me foi feita várias vezes. Por que “missa do galo” no Natal? Explico. Antigamente, muito antigamente, não existia relógio. E como é que de noite as pessoas calculavam a passagem do tempo? Pelo cantar do galo. Assim, guiadas pelo primeiro canto do galo (lá pelo meio da noite), na noite de Natal, as comunidades cristãs se reuniam nas igrejas para celebrar a Eucaristia. Por isso, apelidaram essa celebração de “missa do galo”; por causa do canto do galo no meio da noite. Portanto, “missa do galo” era a Celebração eucarística no meio da noite de Natal, quando o galo costumava cantar pela primeira vez. Hoje, com relógio, chamamo-la de “Missa da noite de Natal”.

Frei José Ariovaldo da Silva, OFM
Petrópolis/RJ

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O verdadeiro sentido do Natal

Imagem disponível em:

A celebração do Natal é uma oportunidade anual que todos os cristãos têm para refletir sobre o seu modo de pensar, sentir e agir em relação ao presente que o Criador deu a cada um de nós: a vida. Se ela é fácil ou difícil, alegre ou triste, quase sempre, depende das escolhas que fazemos, da determinação e da disposição com as quais a encaramos. Em cada Natal, podemos realizar a mágica de renascer junto com o Menino Jesus. Não devemos deixar passar mais essa chance de corrigirmos nossos erros, eliminando o que não está em conformidade com a Lei de Deus. O verdadeiro sentido do Natal é este. Se você é um dos privilegiados que têm condições de preparar uma mesa farta, inaugurar uma roupa, distribuir e trocar presentes, procure ver tudo isso como coisas secundárias ou meros detalhes de uma festa cristã. Jamais esqueça de que, nesta data, o mais importante é o aniversariante: Jesus. Certamente, seremos mais felizes se procurarmos viver em harmonia, se formos solidários, se nos conscientizarmos de que a vida – este valioso presente do Pai Celeste – tem prazo de validade e que não podemos viver como se fôssemos eternos, sempre adiando as mudanças que nos colocam no caminho do bem. O ser humano nasce para servir, fazer a diferença, cumprir uma missão de amor e não para explorar e prejudicar os seus semelhantes.

(Copyright ©Josselene Marques)

(Texto especialmente escrito para a confraternização natalina do CEJA Professor Alfredo Simonetti, em 21.12.2011)

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Ouro, incenso e mirra

Presépio do Mossoró West Shopping
Foto: Josselene Marques

Esta semana, em visita ao Mossoró West Shopping, fotografei o presépio que faz parte de sua decoração natalina. Além da Sagrada Família, os três Reis Magos me chamaram a atenção. Por coincidência, recentemente, havia pesquisado sobre o significado dos presentes que, segundo a tradição cristã, eles ofertaram ao Menino Jesus. Agora, aproveito a oportunidade para compartilhar esta informação com você. Descobri que, na antiguidade, o ouro era um presente para um rei, o incenso (ou olíbano - uma resina aromática) para um sacerdote, representando a espiritualidade, e a mirra (resina colhida de fissuras abertas na casca da árvore do mesmo nome) para um profeta (a mirra era usada para embalsamar corpos e, simbolicamente, representava a imortalidade. A palavra "mirra" tem origem hebraica: de "maror" ou "murr", que significa "amargo").

Fonte: Wikipédia