terça-feira, 4 de março de 2014

Primera Cosa Bella

Foto: Google Images
Hoje compartilho uma música muito especial para mim: “Primera Cosa Bella”. Ela é a versão em espanhol da canção “La Prima Cosa Bella”, interpretada por Nicola di Bari – pseudônimo do cantor italiano Michele Scommegna que foi o vencedor do Festival de Sanremo em 1971 e 1972.

Primera Cosa Bella
Nicola di Bari

        Hoy tomo la guitarra
        y toco por ti
        No se? tocar siquiera,
        esta es la vez primera                    
        mas toco por ti

        Mi corazón hoy canta
        mi voz esta alegre
        Amore, amore, amore,
        tan solo se? decirte
        mas tu comprenderás

        Los prados tienen flores
        que huelen a ti
        Podría hoy morirme
        después de haberte visto
        no pido ya mas

        Primera cosa bella que encuentro yo en mi vida
        ha sido tu sonrisa, has sido tu
        Al fin tengo una estrella mi noche se ilumina
        estoy enamorado de su luz

        Mi corazón...
        Primera...

        Mi corazon...

segunda-feira, 3 de março de 2014

CURIOSIDADES SOBRE AS MÁSCARAS

Josselene Marques usando uma máscara veneziana
Foto: Joilson Filho

Elas são acessórios de luxo típicos das festas de Carnaval, embora sua origem remonte aos tempos mais antigos.
Inicialmente, elas estavam ligadas a rituais religiosos de tribos como forma de representarem deuses e espíritos.
Nas guerras, eram utilizadas pelos guerreiros com o objetivo de assustarem seus inimigos.
Também havia as máscaras egípcias, usadas em funerais, como as conhecidas máscaras dos faraós.
Os orientais as utilizaram como acessórios de festa, em danças e procissões.
Já os gregos e romanos as usavam nas representações teatrais a fim de caracterizarem seus personagens.
Detalhe: a palavra “persona”, em latim, pode ser traduzida, em português, por "pessoa", ”máscara” e “personagem”.
No século XV, mais precisamente em Veneza, na Itália, as máscaras foram introduzidas no Carnaval através do teatro italiano. Foi na Comédia das Máscaras (“Commedia dell’Arte” – teatro popular improvisado que se opõe à “Comédia Erudita”) que surgiram os famosos personagens Arlequim, Pierrô e Colombina.
Portanto, as máscaras representam o espírito do Carnaval. Com elas, os foliões, das diferentes classes, podem divertir-se democrática e anonimamente.

A máscara que estou usando é uma veneziana original. Não sou adepta da folia, apesar de não ter nada contra. Esta foto, contextualizada, foi uma maneira de usar este presente que me foi trazido pelo meu sobrinho Joilson Filho.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

De paciência...


domingo, 2 de fevereiro de 2014

De aprender e viver...

"Aprenda como se você fosse viver para sempre. Viva como se você fosse morrer amanhã."


(Mahatma Gandhi)

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Um exercício de escrever...

Para ampliar o slide, por gentileza, clique no mesmo.

sábado, 11 de janeiro de 2014

De cativar...

“Pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas, revividas, resgatadas e redimidas: jamais jogue alguém fora.” 
– Audrey Hepburn

"Tu deviens responsable pour toujours de ce que tu as apprivoisé."
(Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.)

- Fonte: O Pequeno Príncipe (Capítulo XXI) – livro de Antoine de Saint-Exupéry, publicado em 1943.

domingo, 3 de novembro de 2013

Meu poema em uma árvore...

Um de meus poemas publicado no Rio de Janeiro
Para ampliar, por gentileza, clique na imagem



Recentemente (21 de setembro – Dia da Árvore), a convite do amigo escritor Mario Rezende, participei do evento "UM POEMA EM CADA ÁRVORE", que aconteceu no Rio de Janeiro e foi articulado pelo referido amigo – contando com o apoio dos escritores Paulo Caruso e Odyla Paiva.

O local escolhido para expor os poemas foi a Praça Afonso Pena, na Tijuca.

Vale salientar que, no mesmo dia, simultaneamente, várias cidades brasileiras, por organização do Instituto Psia (www.institutopsia.org) e sob a coordenação de Marcelo Rocha, também realizaram eventos semelhantes.

Participei com prazer. Confesso que fiquei orgulhosa ao ver esta foto de uma frondosa árvore ostentando o meu poema “Mundo Preservado”.

Para ler as poesias dos demais participantes, por gentileza, acesse: