Segundo o físico Albert
Einstein, o tempo é a quarta dimensão do universo. Particularmente, tento, no
meu dia a dia, adequar-me ao tempo de Deus e ao tempo dos homens. Confesso que
não tem sido tarefa fácil!
Ele pode ser relativo,
cronológico, oportuno, lento, rápido, longo, curto, local, real, universal...
Os humanos tentam aprisioná-lo
em relógios e calendários; dividi-lo em dias, horas, minutos e segundos;
multiplicá-lo em semanas, meses e anos; agrupá-lo em décadas, séculos e
milênios – Tudo em vão! Esquecem que ele é irrefreável, indomável e não espera
por ninguém. Um exemplo disso é que, independente de nossa vontade, segue
deixando marcas na aparência – provas indisfarçáveis dos anos bem ou mal
vividos – e em tudo o mais que tenha "prazo de validade".
Algumas pessoas o perdem ou
ganham, outras o matam. Contudo, são poucas as que têm consciência de que ele
jamais voltará – a não ser em nossas recordações. Afinal, tal qual águas de um
rio, ele se renova – ao contrário do que acontece com a nossa matéria – e, à
medida que vivemos, estamos sempre passando por um tempo transitório que nos
ajuda a superar, esquecer e curar nossas dores.
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