Hoje, Dia do Poeta, deixo alguns versos para marcar esta data. Eles estão bem contextualizados neste tempo de pandemia que exige de nós o isolamento social. Feliz de quem está satisfeito com a (s) pessoa (s) de seu convívio atual.
terça-feira, 20 de outubro de 2020
quinta-feira, 23 de abril de 2020
CENTENÁRIO DE RAIBRITO – O GUARDIÃO DA CULTURA POTIGUAR
Hoje, 23 de abril de 2020, comemoramos
o centenário do Guardião da Cultura Potiguar – Raimundo Soares de Brito.
Como forma de homenageá-lo, mesmo
em um período de pandemia, com todos limitados pela necessidade de isolamento
social, seus familiares conseguiram organizar e disponibilizar a “Exposição virtual
Raibrito – um observador do cotidiano” no seguinte endereço: www.raibrito.com.br.
Já estive por lá e gostei
muito do que vi. Sem dúvida, foi uma volta ao passado. Enquanto avançava as
páginas, entre outras lembranças, relembrei o dia em que me revelou a data do
aniversário em uma de minhas conversas com ele e Dona Dinorah. Jamais esqueci
porque ele assim me disse: “eu nasci em 23 de abril – Dia do Escoteiro”.
Sou muito grata ao senhor Raimundo
pelos bons e sábios conselhos, ensinamentos e também por haver pesquisado e resgatado
inúmeros fatos da história de nossa cidade.
Por isso mesmo afirmo que Raibrito
foi o caraubense mais mossoroense que eu já conheci.
Vale a pena conferir esta
exposição.
domingo, 26 de março de 2017
Valores humanos
OS VALORES HUMANOS
Por Josselene Marques
Nestes últimos anos, a violência (física,
institucional, intrafamiliar, moral, patrimonial, sexual) e o desprezo pela
vida têm crescido assustadoramente. Nos ambientes urbanos e domésticos, cenas
de selvageria e crueldade são comuns e largamente compartilhadas, não
importando o veículo de mídia que as divulgue, pois é assunto recorrente em sua
maioria. Se considerarmos que esta falta de humanidade compromete a
civilização, a lei e a ordem, então, nós precisamos reconhecer que já está
passando da hora de tentarmos mudar este estado de coisas que, lamentavelmente,
em parte, tem relação com os lares e as escolas.
Nos lares já desestruturados ou em processo
de perda de referenciais, em que pais são desrespeitados por seus filhos e
vice-versa, observamos a ausência ou inversão de valores humanos que tem
reflexo em muitas escolas, onde nos deparamos com crianças e jovens sem
limites, negligenciados por pais que tentam, a todo custo, transferir suas
responsabilidades para os professores. Estes, sobrecarregados e até ameaçados,
muitas vezes, sequer conseguem executar a contento o que é próprio de sua
função – consequentemente, a escola tende a perder a sua eficácia na formação
regular e social dos discentes em questão – e o resultado final está bem diante
de nossos olhos.
Mas quais valores humanos são esses que
milhares de pessoas das mais recentes gerações têm se omitido de aprender,
ensinar ou cultivar em sua formação? Como resposta, podemos elencar dez que
consideramos essenciais: amor, fé, alegria, humildade, liberdade, respeito,
honestidade, justiça, união e paz.
Contudo, a título de curiosidade,
compartilharemos mais alguns:
* Amizade, autoestima, capacidade de perdoar;
* Caráter, compaixão, compreensão, compromisso,
cooperação;
* Esperança, ética, fidelidade, fraternidade;
* Humanidade, lealdade, perseverança, religiosidade,
responsabilidade;
* Solidariedade e tolerância.
Infelizmente, vivemos em um mundo que
supervaloriza o status, sem se preocupar com os meios utilizados para
alcançá-lo. Por isso, geralmente, os honestos são rejeitados e os ímprobos
aclamados. Não é à toa que uma considerável parcela da sociedade elege pessoas
corruptas, venera os que a desconsideram e desvaloriza quem procura educá-la.
Entre as muitas providências urgentes a serem tomadas pelos diversos segmentos,
destacamos uma essencial: a tentativa de restabelecer o diálogo e o respeito
entre os seres humanos; caso contrário, o que podemos esperar de bom no futuro?
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
AS VANTAGENS DO PERDÃO
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AS VANTAGENS DO PERDÃO
Por Josselene Marques
Nesta manhã, na qual
me sinto ainda mais espiritualizada, reflito sobre as vantagens do perdão.
Igualmente à verdade, o perdão
tem o poder de nos libertar. No entanto, muitas pessoas acham bem mais fácil
sofrer, pois para elas é muito difícil perdoar.
O perdão sempre nos torna
livres porque limpa a nossa mente dos pensamentos negativos que desencadeiam o
desejo de vingança e só prejudicam a saúde – tanto física quanto mental.
De que adianta o prazer
momentâneo de uma desforra, se seremos infelizes pelo resto de nossas vidas?
Se nos olharmos no espelho,
com os olhos da razão, veremos que somos imperfeitos. Ninguém é infalível.
Então, como podemos exigir a perfeição do nosso semelhante?
Se considerarmos que, para
sermos bons, precisamos perdoar o próximo, então, se não o conseguimos,
logicamente, seremos "maus" – já que não podemos ser bons pela
metade. De certa forma, ao sermos intransigentes ou imaturos, nivelamo-nos
àqueles que nos ofenderam.
Percebe como é mais vantajoso
e inteligente perdoar?
Contudo, há ofensas e ofensas,
além de diferentes pensares, e eu respeito o pensamento, a dor e a mágoa dos
injuriados.
Portanto, na impossibilidade
de perdoar, procure, pelo menos, deixar que se perca da lembrança o mal que lhe
foi feito, a fim de que possa alcançar a paz e seguir sempre em frente.
Mais algumas vantagens de se
perdoar:
·
Viabiliza a fraternidade e os bons
relacionamentos;
·
Livra-nos do pesado fardo do lixo do ressentimento;
·
Demonstra uma atitude de compreensão e alta
sabedoria;
·
Tem um poder transformador;
·
Reduz a agitação que gera problemas físicos e
psicológicos;
·
Enfim, é uma forma de presentear a nós mesmos.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
A ELEGÂNCIA DA GENTILEZA
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A ELEGÂNCIA DA GENTILEZA
Por
Josselene Marques
A
vida em sociedade nos condiciona a exercer interação. Para tornarmos as
relações interpessoais mais agradáveis e salutares, devemos lançar mão de
despretensiosos e solidários gestos de gentileza. Deste modo, todos que os
praticarem, naturalmente, estarão revelando a nobreza e a elegância de suas
almas.
Mesmo
vivendo num mundo com escassez de gentileza, no qual imperam o egoísmo, o
individualismo, o desrespeito, a competitividade, a hipocrisia, a falta de
ética – na busca desenfreada e desleal por status – e a inversão de valores,
temos convicção de que podemos transformar esta realidade, em parte, apenas
praticando o bem e tudo quanto for lícito ou, simplesmente, seguindo uma regra
de ouro: “Não faça aos outros o que você não quer que seja feito a você.”
Assim
sendo, podemos afirmar que a elegância da gentileza reside na empatia e na
solidariedade, que imprimem um novo modo de ser às disposições de espírito, aos
relacionamentos e, consequentemente, à vida.
Pensando bem, ser gentil não exige muito esforço ou tempo.
Como afirmou Gandhi, “a gentileza não diminui com o uso. Ela retorna
multiplicada”. Então, como levar a gentileza para o cotidiano? Se você pretende
praticar a gentileza, um pouco mais, eis algumas dicas:
-
Cumprimente as pessoas à sua volta, sempre com um sorriso;
-
Use e abuse das palavrinhas ou expressões mágicas: “por favor”, “obrigado”,
“com licença”, “desculpe-me”;
-
Conforte as pessoas, dando-lhes atenção especial;
-
Agrade seus entes queridos deixando/enviando recadinhos delicados e positivos;
-
Surpreenda pessoas que moram longe de você, ligando para elas, visitando-as;
-
Restabeleça uma amizade antiga;
-
Expresse sua gratidão a alguém;
-
Seja paciente ao lidar com o outro ou ao ensinar qualquer coisa;
-
Respeite as vagas/os lugares reservados aos idosos;
-
Desacelere e ofereça ajuda – por exemplo, carregue as compras para um idoso ou
o ajude a atravessar a rua;
-
Faça um elogio sincero;
-
Chame a pessoa pelo nome, tanto ao ser atendido, quanto ao atendê-la;
-
Comente apenas sobre assuntos positivos, ao visitar enfermos.
Infelizmente,
a gentileza não nasce conosco. Contudo, podemos aprendê-la, se desejarmos. Como
afirmou o filósofo alemão Albert Schweitzer – laureado em 1952 com o Prêmio
Nobel da Paz: “assim como o sol derrete o gelo, a gentileza evapora
mal-entendidos, desconfianças e hostilidade”. Cultivemos a gentileza, pois, e
contagiemos o mundo!
sábado, 26 de novembro de 2016
COMO COMBATER O PRECONCEITO?
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COMO COMBATER O PRECONCEITO?
Por Josselene Marques
Por Josselene Marques
O filósofo e escritor Voltaire
definiu preconceito como uma opinião não submetida à razão. Lamentavelmente, há
preconceitos de toda sorte: físicos, mentais, históricos, religiosos, classistas,
etários, de identidade de gênero, de orientação sexual, entre outros, que podem
despertar uma hostilidade irracional e nos levar a atitudes de violência e
exclusão.
Não minimizando os demais, um dos
preconceitos mais revoltantes e absurdos é o racial – uma prova de incultura e
algo inaceitável num país em adiantado processo de miscigenação como o Brasil.
Ainda mais após a comprovação científica de que os seres humanos possuem a
mesma composição genética e suas diferenças são apenas superficiais. Por exemplo, no tocante à cor da pele, a distinção
entre negros e brancos está simplesmente na concentração da melanina. E um detalhe interessante do processo
evolutivo da nossa espécie é que as pessoas de pele negra surgiram bem antes
das de pele branca: aquelas há cerca de seis milhões de anos, enquanto que estas,
mais ou menos, entre seis e doze mil anos, à medida que os primeiros humanos,
partindo das savanas africanas, foram avançando para o norte do nosso planeta.
Portanto, no combate ao
preconceito:
·
Mantenha a mente aberta;
·
Eduque (-se) rejeitando toda forma de
sectarismo;
·
Policie-se a fim de que jamais aflorem palavras,
expressões ou ideias preconceituosas nos vários níveis de interação;
·
Evite julgar com anterioridade;
·
Questione para satisfazer sua necessidade de
conhecer o outro ou o que quer que seja;
·
Jamais faça aos outros o que não gostaria que
lhe fizessem;
·
Procure mudar, evoluir e evitar a perpetuação
dos preconceitos;
·
Não limite seus pensamentos e gostos;
·
Respeite o seu próximo;
·
Busque, se não conseguir livrar-se do
preconceito sozinho (a), a ajuda de um psicólogo.
Como afirmou Nelson Mandela, um
dos ex-presidentes da África do Sul, ninguém nasce odiando outra pessoa pela
cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as
pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser
ensinadas a amar.
Um abençoado e harmonioso sábado
para você, precioso (a) leitor (a)!
sábado, 29 de outubro de 2016
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