sábado, 17 de março de 2012

Hoje eu quero agradecer...

Imagem: WEB

Pela vida, pela fé, pela saúde e pela paz interior;
Pelo ar que respiro e pela água
Que utilizo para diversos fins;
Pela energia que me facilita o dia a dia;
Pela família harmoniosa;
Pelos amigos sinceros;
Pelo amor - sempre presente em meu coração,
Que é a principal fonte de minha inspiração;
Pelo entusiasmo, pelas emoções e lembranças
E pelos desafios que impulsionam o meu viver;
Pela oportunidade de escolher entre o sim e o não,
O certo e o errado, o bem e o mal;
Pelo privilégio de ouvir - principalmente, a música;
Pelas imagens que posso ver, memorizar
E traduzir em palavras;
Pelos livros essenciais e responsáveis
Por grande parte do meu conhecimento;
Pelos pais e professores aos quais devo a educação
E a aquisição de valores morais e éticos;
Pelos sorrisos que recebo e amo retribuir;
Pela esperança e paciência que conservo;
Enfim, pela internet que me abre esta janela para o mundo
E possibilita que, mesmo de longe, eu possa interagir com você.


Copyright © Josselene Marques

Humano Amor de Deus - Pe. Fábio de Melo

O amor de Deus resiste ao tempo
Google Images


Tens o dom de ver estradas
Onde eu vejo o fim
Me convences quando falas:
Não é bem assim!
Se me esqueço, me recordas
Se não sei, me ensinas.
E se perco a direção
Vens me encontrar

Tens o dom de ouvir segredos
Mesmo se me calo
E se falo me escutas
Queres compreender

Se pela força da distância
Tu te ausentas
Pelo poder que há na saudade
Voltarás!

Quando a solidão doeu em mim
Quando o meu passado não passou por mim
Quando eu não soube compreender a vida
Tu vieste compreender por mim

Quando os meus olhos não podiam ver
Tua mão segura me ajudou a andar
Quando eu não tinha mais amor no peito
Teu amor me ajudou a amar

Quando os meus sonhos vi desmoronar
Me trouxeste outros pra recomeçar
Quando me esqueci que era alguém na vida
Teu amor veio me relembrar

Que Deus me ama
Que não estou só
Que Deus cuida de mim
Quando fala pela tua voz
E me diz: coragem! (bis)

quinta-feira, 15 de março de 2012

Dia Nacional da Poesia


Livro e jornal lançados no Dia  Nacional da Poesia
Foto: Josselene Marques

O jornalista e escritor Mário Gerson fez a apresentação
 da obra e de seus autores
(à direita, o radialista e jornalista Rodrigo Rodrigues)
Foto:Josselene Marques



Ontem, em Mossoró, o Dia Nacional da Poesia foi lembrado e comemorado com uma variada programação que constou de apresentações culturais em escolas das redes pública e particular, lançamentos literários, recitais e shows com músicos locais, em pontos distintos da cidade; enfim, manifestações dos amantes da cultura e, em especial, da poesia.

Diante de tantas opções, decidi prestigiar o lançamento do livro Poesia Clandestina (antologia poética) de autoria de Camila Paula, Ellen Dias e Samuel Paiva – este volume I traz o selo do jornal Clandestino numa parceria com a editora Queima-Bucha. Simultaneamente, também, foi lançada a edição 21 do jornal Clandestino. Sem dúvida, fiz uma escolha acertada, pois foi uma noite agradabilíssima na qual pude apreciar a poesia e a cultura desses três jovens – verdadeiros “achados” do olho clínico do escritor e jornalista Mário Gerson, responsável pela criação do referido jornal, do blog e do Movimento Literário Novos Poetas na Terra do Sal, do Sol e do Petróleo.

O livro Poesia Clandestina nos presenteia com 89 poemas – já li todos! Cheguei a emocionar-me com alguns deles, entre os quais destaco: “Vó – amor maior” de Camila Paula, “A tristeza dos olhos calados” de Ellen Dias e ”Ampulheta sádica” de Samuel Paiva.

Ellen Dias, Mário Gerson, Camila Paula e Samuel Paiva
Foto: Josselene Marques



Entre outros temas, eles falam da alma de poeta, de libertação, s(u)eparação e sacrifícios. Mostram que, mesmo exercendo o ofício de poeta, o homem pode, num momento de desilusão, nas madrugadas insones, escrever uma poesia largada e, ao raiar de um novo dia, esse mesmo poema inacabado, dedicado à menina que passa na rua, que o fez lembrar-se da mulher amada, poderá converter-se em tênue esperança para uma alma perdida. Ele, embora ainda saudade, terá tempo para o último suspiro, o último poema no qual expressará seu mal-estar pela existência da casa vazia - o mesmo lugar no qual se deixou seduzir pela volúpia e pelo feitiço da mulher-vinho – agora viajante. Com a tristeza dos olhos calados, reflete-se no espelho o miserável espectro humano.

Obs.: As palavras em fontes coloridas correspondem aos nomes de alguns poemas constantes nesta coletânea, conforme a seguinte legenda de autoria: Ellen Dias, Camila Paula e Samuel Paiva. Esta “resenha” nada mais é do que um exercício de escrever, uma viagem que fiz através dos títulos dos poemas. Para saber o real conteúdo da obra e poder apreciar a beleza e a riqueza dos versos dos Novos Poetas, sugiro adquirir o livro – é muito bom!






terça-feira, 13 de março de 2012

A CARTEIRA DE TRABALHO

Imagem disponível em:
http://www.dicasgratisbrasil.com/como-tirar-carteira-de-trabalho/


Em março de 1932, o novo governo do Brasil, chefiado por Getúlio Vargas, criou um pequeno documento que mudou a vida de muita gente das cidades: a carteira de trabalho. Até então, em um país saído da escravidão há menos de cinco décadas, a desconsideração pelos operários era imensa, e pelos camponeses ainda maior. A carteira de trabalho, a ser obrigatoriamente assinada pelos patrões, tornou-se um registro importante para que a massa trabalhadora urbana, tão explorada, pudesse reivindicar seus direitos. Há 80 anos, portanto, depois de muita luta, começava no Brasil o lento reconhecimento da dignidade de quem trabalha. Afinal, são os trabalhadores que verdadeiramente produzem as riquezas, ainda tão mal distribuídas entre nós.

Chico Alencar, autor de BR-500 – Um guia para a redescoberta do Brasil, Editora Vozes.

domingo, 11 de março de 2012

Poesia Clandestina - Convite dos Novos Poetas



Os novos poetas Ellen, Samuel e Camila
Foto disponível em: http://letrasinversoreverso.blogspot.com/


"Em Mossoró, a data em que se comemora o Dia Nacional da Poesia (14 de março) será lembrada com o lançamento do jornal Clandestino (edição 21) e do livro Poesia Clandestina (antologia poética) de autoria de Camila Paula, Ellen Dias e Samuel Paiva, às 19h, na Biblioteca Municipal Ney Pontes Duarte."

Para saber mais, por favor, clique aqui.

Privilégios

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Poder ver o nascer e o pôr do Sol,
Deixar-se banhar pela luz da Lua,
Translumbrar-se com o brilho das estrelas,
Embalar-se na cadência das ondas do mar,
Sentir a brisa acarinhando a pele;
Poder aspirar o perfume das flores,
O aroma do alimento favorito,
O cheiro da pessoa amada;
Ouvir o canto dos pássaros,
Uma linda canção,
A voz de um ente querido;
Ter autonomia para andar, correr, alimentar-se;
Ter motivos para sorrir, liberdade para ir e vir,
Direito e coragem de dizer sim ou não;
Ter alguém que faça disparar seu coração;
Ter madureza e equilíbrio emocional para confortar,
Orientar, encaminhar quem de sua ajuda necessitar;
Ter um porto seguro do qual possa valer-se,
Um trabalho que lhe enobreça e sustente;
Disposição para aprender diariamente,
Entre outras coisas, são privilégios
Que nem sempre valorizamos.
Somente quando deles nos privamos
É que reconhecemos seus préstimos.


Copyright ©Josselene Marques

sábado, 10 de março de 2012

Origem da expressão "banho-maria"

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Esta expressão teve origem entre os séculos XIII e XIV a.C. Nós a utilizamos para designar um processo que consiste em aquecer, lenta e uniformemente, qualquer substância líquida ou sólida num recipiente, submergindo-o noutro, no qual há água fervente. É uma forma de conservar a textura e o sabor de certos alimentos que não resistem ao calor excessivo. A expressão também homenageia a inventora desse processo: a alquimista judia Maria - irmã de Moisés, o conhecido líder hebreu.