
Nós temos o livre-arbítrio para fazermos as nossas escolhas. Podemos até contribuir para que a vida siga em paz e harmonia, mas não podemos impedir os imprevistos ou as fatalidades que nos pegam de surpresa e, na maioria das vezes, despreparados. Algo dessa natureza abala qualquer mortal. É normal nos desestruturarmos ao sermos atingidos por qualquer coisa que fuja do nosso controle. É nessas horas que tomamos consciência de nossa pequenez diante dos mistérios do viver. A sabedoria e a tranquilidade ajudam, mas não resolvem.
Só nos resta, então, a conformação/aceitação diante de tudo quanto não podemos prever e procurar ver o lado bom - sempre há - ou, para nos consolarmos mais rápido, imaginar que poderia ter sido pior.
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3 comentários:
Verdade, Josselene. Através de suas reflexões fico a imaginar se seria bom sabermos alguma coisa, prever, antecipar, desviar. A natureza é tão perfeita que até os infortúnios são acompanhados, invariavelmente, por coisas que equilibrem os baques. Deixemos, pois, de questionarmos. Ou então, deixemos para o amanhã - senhor absoluto de nossos segredos - a tarefa de nos permitir mais coisas boas que as ruins.
Abraço,s
Raí
Imprevistos exigem de nós muita força e grandeza. E nem sempre estamos preparados...
Belíssima refelxão, Josselene!
Beijo
Raí:
Na verdade, mesmo alardeando que somos os arquitetos do nosso futuro e de termos o livre-arbítrio,somos impotentes diante de muitas coisas.
Grata pela visita.
Abraço.
Ilaine:
Concordo com você, minha amiga.
Volte sempre.
Abraço.
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